Yo no creo en brujas pero que las hay, las hay

Este é um post daqueles bem esquisitos, que envolve dois personagens, um sueco e o outro italiano, uma pista italiana, uma equipe inglesa com motores alemães. Mas, por que incrível que pareça, tem um ângulo bem brasileiro.

Foi publicada uma entrevista do Stefan Johannson na excelente Motor Sport, uma revista que é um prazer ler, principalmente agora, com o Nigel Roebuck às rédeas. No final da entrevista, Stefan conta uma história sobre o Elio di Angelis.

Elio disse que tinha comprado uma pulseira "Goddess of Bahia" no Rio de Janeiro, que presumo, era uma fitinha do Bomfim. Em Paul Ricard, França, Stefan perguntou a Elio se o seu desejo tinha se realizado, notando que ainda estava usando a pulseira brasileira. Elio disse que não, que a tal pulseira não funcionava, arrancou e jogou-a fora.

Saiu com o carro em seguida, acidentou-se e morreu.



Tirem as conclusões que quiserem. Quem narrou a história foi o Johansson, que era um grande amigo do Elio. Disse Stefan que a morte do colega levou-o a pintar.

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