Dave Charlton, R.I.P.

Antes de aparecer o Jody Scheckter, o grande astro sul-africano da F1 foi Dave Charlton. Sim, teve o Tony Maggs, que conseguiu dois segundos lugares nos anos 60, e o John Love...Só que o John Love era rodesiano, e não conta. E o Maggs desapareceu logo do automobilismo.

Confesso que todo ano esperava que o Dave marcasse algum ponto na corrida da África do Sul. Sempre correu com bons carros, inclusive os dois carros que mais venceram corridas nos anos 70, o Lotus 72 e o McLaren M23. Entretanto, o destino não quis que Charlton pontuasse. E de 1973 em diante, a estrela de Jody obscureceu Charlton.

Ocorre que Charlton foi um multicampeão do único campeonato de F1 realizado fora da Europa, o da África do Sul. Sim, alguns dirão que a maioria eram carros de F2 e F5000, longe de páreo para os bons carros de Charlton. Entretanto, digamos que Charlton, quase sempre de longe o melhor sul-africano entre os diversos que participaram do GP do país entre 1968 e 1972, e em 1973 a 1975, o melhor depois de Jody, mereceu o direito de pilotar o melhor carro. Foi tão bom que pilotou inclusive para a equipe de fábrica da Lotus em 1971.

Mais um que se vai.

Abaixo, o belo McLaren de Dave, seu último carro na F1.


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